
Detroit e os fenómenos musicais
Abril 21st, 2007 by Sílvio Mendes
A música, a música, a música. Como pano de fundo uma Detroit à deriva entre as divergências socias, crises económicas, vagas de preconceito racial. À tona, uma profunda consciência musical, abundância de grandes músicos por metro quadrado. A História de um cidade edificada no centro da História da música.The Cycles of the mental machine, documentário de Jacqueline Caux (sim, de França), atravessa o pano musical sem género, incursão precisa no ponto de convergência de todos os estilos. «A música é a música, é a música, a música, a música, é música, a música, a música», defende The Electrifying Mojo, influente radialista de Detroit, apaixonado por música, que também empresta a sua voz ao filme. Blues, Gospel, Jazz, R & B e Techno. Tudo tem espaço em Detroit, cidade onde se mistura rap com jazz em improvisos de tasca.
Cidade da editora Motown, de onde emergiram para o mundo nomes como Stevie Wonder, Diana Ross, Marvin Gaye (na imagem), Four Tops… Cidade dos The White Stripes (sabemo-lo, ainda que não incluidos neste documentário)… Cidade do Techno visionário de Kraftwerk, Juan Atkins, Kevin Saunderson. O infinito musical, captado num documento bem social. A música é a forma mais eficaz de contar histórias. Um documentário sobre música é a segunda. Porque «existe uma canção na tua dor». E há arte contra a dor. Entre a esperança e a realidade, Caux apresenta um documentário obrigatório.«Foi mais uma página do livro: Máquina Mental».
Nota: O filme tem segunda exibição no IndieLisboa no próximo dia 27, sexta-feira, às 18h45, na sala 3 do Cinema São Jorge.
Fonte: http://rascunhonoindie.wordpress.com/
Abril 21st, 2007 by Sílvio Mendes
A música, a música, a música. Como pano de fundo uma Detroit à deriva entre as divergências socias, crises económicas, vagas de preconceito racial. À tona, uma profunda consciência musical, abundância de grandes músicos por metro quadrado. A História de um cidade edificada no centro da História da música.The Cycles of the mental machine, documentário de Jacqueline Caux (sim, de França), atravessa o pano musical sem género, incursão precisa no ponto de convergência de todos os estilos. «A música é a música, é a música, a música, a música, é música, a música, a música», defende The Electrifying Mojo, influente radialista de Detroit, apaixonado por música, que também empresta a sua voz ao filme. Blues, Gospel, Jazz, R & B e Techno. Tudo tem espaço em Detroit, cidade onde se mistura rap com jazz em improvisos de tasca.
Cidade da editora Motown, de onde emergiram para o mundo nomes como Stevie Wonder, Diana Ross, Marvin Gaye (na imagem), Four Tops… Cidade dos The White Stripes (sabemo-lo, ainda que não incluidos neste documentário)… Cidade do Techno visionário de Kraftwerk, Juan Atkins, Kevin Saunderson. O infinito musical, captado num documento bem social. A música é a forma mais eficaz de contar histórias. Um documentário sobre música é a segunda. Porque «existe uma canção na tua dor». E há arte contra a dor. Entre a esperança e a realidade, Caux apresenta um documentário obrigatório.«Foi mais uma página do livro: Máquina Mental».
Nota: O filme tem segunda exibição no IndieLisboa no próximo dia 27, sexta-feira, às 18h45, na sala 3 do Cinema São Jorge.
Fonte: http://rascunhonoindie.wordpress.com/
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